
Tom iria amanha no beco Diagonal e descobrir tudo o que pudesse, sobre o mundo da Magia, seus pais e Hogwarts. E Tom não se importava se não pudessem aceitar Nagini, ela ficaria escondida com ele la, então. Quem sabe ele poderia pedir para que ela pudesse entrar? Tom dormiu atordoado de informações enquanto Nagini jantava alguns ratos do orfanato.
Tom subia uma rua de pedra da grande Londres. Lojas e mais lojas, cheia de gente e bonitas. Nada daquilo parecia mágica, Tom sabia muito bem por que já passara ali muitas vezes e com isso reconheceu um lugar que nunca tinha visto. Era um barzinho sujo, velho de aspecto podre. Atrás do balcão havia um homem careca, corcunda. Tom imediatamente soube que ali deveria ser a entrada do beco Diagonal. Aquele homem era feio e esquisito, jamais havia visto qualquer pessoa vestindo daquela maneira. Um casaco preto de, ao que parecia, pele de Gambá. Tom chegou mais perto e perguntou
- Sabe aonde eu poderia encontrar um homem chamado Tom?
- Sou eu, em que posso ajudar jovenzinho? Conhaque? Soda de xarope? Quer se hospedar aqui?
- Não, não obrigado. Eu sou aluno novo de Hogwarts, nasci com os trouxas, aonde é o beco Diagonal? – perguntou, perdendo um pouco da paciência
- Claro, claro... É por aqui.
Tom, o homem do bar, levou o garoto ate os fundos do bar aonde havia um pátio murado, onde não havia nada exceto uma lata de lixo. O dono do bar chegou ao mudo e murmurrou:
- Três pra cima... dois para o lado, certo, observe garoto.
E bateu na parede com um pedaço de pau, igualmente ao que Dumbledore usara para colocar fogo em seu guarda-roupas. Tocou na parede três vezes e o tijolo que tocou estremeceu. Os tijolos começaram a se arredar, criaram vida diante de Tom que observava surpreso. Quando os tijolos terminaram de se mexer, haviam formado um arco, assim que Tom passou o dono do bar acenou antes dos tijolos voltarem para os seus lugares, virando de novo um muro. Quando Tom se virou de frente encontrou de tudo... Via caldeirões, como nos filmes trouxas, caldeirões roxo purpurina, azul berrante, e um ele podia jurar que era feito de ouro maciço. Os bruxos, cada um com vestes longas, muitas vezes de cores berrantes e outras vezes de cores ofuscas. Eram como os trouxas, de certa forma, tirando a parte que alguns usavam chapéus enormes com urubus presos no alto. Tom podia jurar que o urubu estava vivo. Do outro lado tinha outra loja chamada Floreios e Borrões, grande e torta, pela vitrine Tom podia ver alguns livros. Se aproximou lentamente lendo os títulos de alguns "Novas Leis Mágicas Trouxas", "Como Cozinhar Sapinhos de Estouro", "Magia, Poder ou Mentira?". Tom entrou na loja, havia mais livros por toda parte e por mais incrível que parecesse, as fotos dos livros de mexiam e acenavam para Tom. Um livro chamado "Humor Mágico ou Humor Rosa?" na capa havia um bruxo de cabelos longos, ate a cintura, a foto era em preto e branco, com um aceno pediu para Tom o esperar e voltou com um pedaço de pergaminho escrito "Me compra? Sou rosa". Tom riu, e virou as costas ao livro. Um homem velho, com o sorriso amarelado olhou para Tom, como se perguntasse o que queria.
- Eu preciso de tudo o que esta nesta lista – respondeu Tom – Mas eu preciso que seja de 2ª mão. – e entregou a carta de Hogwarts ao homem
- Primeiro ano em Hogwarts, hein? – sorriu para Tom - Eu me lembro da primeira vez que fui la... – murmurou procurando os livros de Tom
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