domingo, 8 de agosto de 2010



- Tom Riddle – disse Tom, apertando sua mão pequena

- Tom, então – disse sorrindo marota – Você é do primeiro ano também, certo? Seria bom ter um amigo desde já!

- Então, você é carente né – riu Tom, de Elladora – Já esta procurando “amiguinhos” – disse Tom rindo mais – O que? Quer que eu te faça um carinho?

- Cala a boca – e bateu nos ombros de Tom com as mãos – Seu estúpido

- Bravinha hein – disse adorando deixá-la nervosa, isso só não era melhor do que causar dor – Puro-sangue?

- Claro – disse Elladora ofendida – Esta me chamando de sangue-ruim?


- Se a carapuça serviu – disse Tom rindo, ate que sentiu uma mão no seu ombro, Abraxas comia Elladora com o olhar

- Abraxas Malfoy, a sua disposição - sorriu cobiçando a menina – Quer entrar no trem conosco? Poderíamos dividir o vagão. – e estendeu a mão para ajudar Elladora a subir a escada do trem

- Viu? – disse a menina para Tom – É assim que um cavalheiro faz!

- Desculpe, mas não me lembro de ter participado da historia do Sancho Pança – desdenhou Tom

- Sancho o que? – disse a menina olhando Tom, em quanto se encaminhavam pelo trem




Fim do Capitulo

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Após andarem pouco tempo, chegaram uma parede entre as plataformas 9 e 10. Tom ficou olhando Damon de despedir do filho, deu lhe dinheiro suficiente para comprar a estação inteira e prometeu ao filho que a sua mãe, embora estivesse trabalhando lhe mandaria uma coruja todo dia. Tom achou aquilo o fim, não sentiu inveja de Abraxas, só pelo fato do dinheiro. Mãe só servia para aborrecer as pessoas, mas teria ficado feliz de ter um pai como aquele para se exibir. Viu Abraxas atravessar a parede que dividia as plataformas, mesmo sabendo que aquilo iria acontecer, não conseguiu não ficar surpreso. Damon se despediu de Tom formalmente. Tom atravessou a parede, era quente como sua varinha, um calor confortável, e todos os seus objetos passam com ele. Havia do outro lado uma locomotiva vermelha a vapor, parada a plataforma lotada de bruxos. Um letreiro no alto informava “Expresso de Hogwarts, 11 horas” e ao lado outro letreio “Plataforma nove e meia”. Tom pegou seu bilhete do trem e verificou se era mesmo aquele, nunca ouvira falar de uma plataforma com aquele nome, mas ao que parecia estava tudo certo.

A locomotiva era grande, Tom podia ver o bagageiro cheio de gatos de todas as cores, corujas piando indignadas, ratos que pulavam, ate sapos que catavam tinha ali, em outro compartimento do trem era pequeno, mas quando Tom chegou mais perto e olhou dentro o compartimento triplicou de tamanho, contendo varias e varias bagagens. Tom deixou ali as suas coisas, inclusive Vegas, conferiram seu bilhete de trem.

Ainda faltava meia hora para o trem sair, havia famílias bruxas por todo lado com seus filhos, Tom viu Abraxas olhando a calcinha de algumas meninas, que ele mesmo dissera que era do 4º ano. Tom riu de Abraxas, e quando foi se virar esbarrou em algum com força... Uma menina dos cabelos pretos e olhos cinzas olhou com raiva para Tom do chão.

- Não tem olho na cara bobão? – disse com raiva – Vai ficar me olhando com essa cara de idiota? Me ajude a levantar, agora!

- Bom, você esbarrou em mim sozinha, por que eu iria te levantar? - perguntou Tom sorrindo – Você sabe xingar muito bem, e pelo visto tem pernas perfeitamente boas. Me de um motivo para te levantar e te levantarei.

- Você é ou não é um cavalheiro? – perguntou com mais raiva, se levantando – Aposto que é um trouxa nojento e estúpido.

- Não sou nenhum trouxa nojento – disse Tom debochado – Só não sou seu escravo garota – disse displicente

A menina avaliou Tom com o olhar, pela sua cara Tom pode supor que ninguém jamais lhe respondeu com uma justificativa “orgulhosa”. A garota arrumou suas vestes e estendeu a mão para Tom, se apresentando.

- Elladora Black

King's Cross                                                       Tom iria a King’s Cross no dia seguinte, passara o resto das férias lendo os livros de feitiços. Tom já sabia muitas coisas que estavam no livro, era divertido estudar por que ele jamais vira coisa mais incrível que magia. Tom contou a Sra. Cole a metade da verdade. A velha não quis que ele fosse aprender magia, mas bastou um olhar de Tom para fazê-la mudar de idéia. Tom havia conseguido malas emprestadas, grandes de largas, que tinha o tamanho dele em pé. Ele guardou seus livros, caldeirão, vestes, varinha.
Tom que já havia devolvido tudo o que tinha roubado ficou feliz, tinha a sensação que pagaria o mico da historia se aparecesse la com um ioiô.Quando escureceu completamente, Tom viu sua ex coruja pousar na janela com uma carta amarrada na perna, ele se aproximou e pegou a carta e esta dizia:

Caro Tom,

Amanha iremos, eu e meu pai, a estação King’s Cross as 10 da manha. Como eu já sei que você infelizmente tem que agüentar esse trouxas nojentos que perderam os pais, resolvi pedir aos meus pais para levá-lo conosco. Papai mandou um idiota do Ministério desbloquear sua lareira, iremos de pó de flu (é um pó mágico que nós permite viajar de lareira a lareira) provavelmente os trouxas não estão acostumados com isso, claro que se preferir que meu pai se divirta com eles, é só mandá-los a sala da lareira, caso esteja com pressa esteja la as 9:30 da manha, com suas malas. Se concordar me mande a resposta hoje mesmo por Saulo.

Comprimentos
Abraxas M.Y.

Tom leu a carta, o que o pai dele faria? Tom não podia pensar em nada mais excitante do que causar dor aos malditos trouxas com quem morava. Mas isso ele mesmo queria fazer. Respondeu Abraxas rapidamente. Caro Abraxas,

Estarei na única lareira do orfanato na hora marcada, e com relação aos trouxas nojentos... Eu mesmo dou contar da desgraça deles.

Comprimentos,
Tom S.R.
                                             Na manha seguinte Tom encaminhou-se para a lareira da sala de jantar do orfanato. Ele colocara Nagini em uma mochila junto com o seu dinheiro, separado de sua outra mala para proteger a cobra. Pela primeira vez, Tom se importou com a sua aparência, colocou sua roupa de trouxa mais nova, havia penteado os cabelos em topete pequeno. Levava Vegas na mão, a coruja gostava de comer os cabelos de Tom, que sempre repreendia a por tal ato. Na hora marcada, Tom viu a lareira se encher de chamas verdes e dali sair Abraxas e seu pai. Abraxas não vestia roupa de trouxa, nem seu pai, Tom se sentiu um pouco burro por estar como trouxa, mas não se deixou abalar. Cumprimentou o pai de Abraxas, seu nome era Damon Malfoy. Ele era o tipo de homem que gosta de se mostrar superior, começando pela aparência. Os 3 foram para a estação King’s Cross. Todos os trouxas olhavam nos passar como se fossem pessoas do circo, Tom achou graça, pois sabia que mesmo assim tinha certeza que os trouxas também era intimidados pela aparência dos Malfoy’s.

- Quer sua varinha, suponho? – disse – Sinto lhe dizer, Tom Servolo Riddle, que infelizmente não há uma rezerva para você. Mas eu tenho algumas varinhas que fiz recentemente e que ainda não estão rezervadas. Estou ancioso para testar uma, acho que o Sr. Seria ideal para ela, por seu tamanho e fisico.

Olivaras, puxou 4 caixas proximas, uma preta foi a que ele pegou primeiro, abril e tirou um pedaço de pau, igual ao o de Dumbledore e Tom, o dono do bar. Mas mudava a cor e um pouco o desenho.

- Toda varinha tem o miolo de uma poderosa substancia magica, pelos de unicornio, penas de cauda de fênix, cordas de coração de dragão. Não existe nenhuma varinha iguais, naum usamos nem unicornios, nem fenix, nem dragões iguais. A varinha escolhe o bruxo e a primeira varinha é a que melhor tem resultados. Infelizmente para você, só tenho algumas escolhas, vamos rezar para que sejam as certas, se não terei de emcomendar alguma para o sr. – disse Olivaras, sem parar – Experimente essa, acho que vai se encaixar com o Sr. – lhe estendeu uma varinha e disse – Vinte e cinto centimentros, azevinho e pena de fênix, boa e maleavel.

Tom pegou a varinha, instantaniamente jorrou faiscas verdes e vermelhas e estouraram. Um calor estranho, mas confortavel saiu da varinha e deslisou por todo corpo de Tom.

- Parece que o senhor deu sorte, na primeira tentativa conseguiu sua varinha... Curioso – disse pensando consigo mesmo e compartilhou seus pensamentos com Tom – Essa varinha é a unica que produziu outra varinha, com a mesma pena, da mesma fênix. É claro que como eu as fiz recentemente, não sei quem será dono da outra gemea de sua varinha.

- Isso é ruim? – perguntou Tom, curioso também – Digo, ter uma gemea? O senhor disse que só se produzem varinhas com um só miolo. Quer dizer, isso vai afetar a minha varinha de algum jeito?

- Eu posso afirmar que não Tom – sorriu Olivaras – A varinha esta em excelente estado e funcionara normalmente.

- Eu tenho uma outra pergunta, la fora, diz que a loja tem 382 a.C. O Senhor viveu todo esse tempo? – perguntou interresado

- Claro que não Tom – riu Olivaras – Ninguem vive tanto tempo. Meus antepassados passaram a loja para frente. Olivaras, é claro, meu sobrenome.   



- Parece que o senhor deu sorte, na primeira tentativa conseguiu sua varinha... Curioso – disse pensando consigo mesmo e compartilhou seus pensamentos com Tom – Essa varinha é a unica que produziu outra varinha, com a mesma pena, da mesma fênix. É claro que como eu as fiz recentemente, não sei quem será dono da outra gemea de sua varinha.

- Isso é ruim? – perguntou Tom, curioso também – Digo, ter uma gemea? O senhor disse que só se produzem varinhas com um só miolo. Quer dizer, isso vai afetar a minha varinha de algum jeito?

- Eu posso afirmar que não Tom – sorriu Olivaras – A varinha esta em excelente estado e funcionara normalmente.

- Eu tenho uma outra pergunta, la fora, diz que a loja tem 382 a.C. O Senhor viveu todo esse tempo? – perguntou interresado

- Claro que não Tom – riu Olivaras – Ninguem vive tanto tempo. Meus antepassados passaram a loja para frente. Olivaras, é claro, meu sobrenome.   
- Parece que o senhor deu sorte, na primeira tentativa conseguiu sua varinha... Curioso – disse pensando consigo mesmo e compartilhou seus pensamentos com Tom – Essa varinha é a unica que produziu outra varinha, com a mesma pena, da mesma fênix. É claro que como eu as fiz recentemente, não sei quem será dono da outra gemea de sua varinha.

- Isso é ruim? – perguntou Tom, curioso também – Digo, ter uma gemea? O senhor disse que só se produzem varinhas com um só miolo. Quer dizer, isso vai afetar a minha varinha de algum jeito?

- Eu posso afirmar que não Tom – sorriu Olivaras – A varinha esta em excelente estado e funcionara normalmente.

- Eu tenho uma outra pergunta, la fora, diz que a loja tem 382 a.C. O Senhor viveu todo esse tempo? – perguntou interresado

- Claro que não Tom – riu Olivaras – Ninguem vive tanto tempo. Meus antepassados passaram a loja para frente. Olivaras, é claro, meu sobrenome.   
- Parece que o senhor deu sorte, na primeira tentativa conseguiu sua varinha... Curioso – disse pensando consigo mesmo e compartilhou seus pensamentos com Tom – Essa varinha é a unica que produziu outra varinha, com a mesma pena, da mesma fênix. É claro que como eu as fiz recentemente, não sei quem será dono da outra gemea de sua varinha.

- Isso é ruim? – perguntou Tom, curioso também – Digo, ter uma gemea? O senhor disse que só se produzem varinhas com um só miolo. Quer dizer, isso vai afetar a minha varinha de algum jeito?

- Eu posso afirmar que não Tom – sorriu Olivaras – A varinha esta em excelente estado e funcionara normalmente.

- Eu tenho uma outra pergunta, la fora, diz que a loja tem 382 a.C. O Senhor viveu todo esse tempo? – perguntou interresado

- Claro que não Tom – riu Olivaras – Ninguem vive tanto tempo. Meus antepassados passaram a loja para frente. Olivaras, é claro, meu sobrenome.   






Fim do capitulo


Você esta em Hogwarts? Vou fazer meu primeiro ano la, você é trouxa?

- Sim, eu também estou e é claro que não sou um trouxa nojento.

- Ah, eu nunca ouvi falar do seu sobrenome – murmurou Abraxas examinando Tom – Você é mestiço então?

- Sou – disse Tom seco – Algum problema com isso?

- Claro que não, afinal você não tem que pagar pelo mal gosto do seu pai ou da sua mãe. – disse sorrindo de novo – Você viveu com trouxas ou bruxos?

- Trouxas, eu sou orfão – falou serio e seco

- Não tem problema Tom, eu te ensino tudo sobre a vida bruxa – acenou com a acabeça para Tom – Estou no primeiro ano também e gostei do seu jeito Tom, você sabe quem mereçe valor.

Abraxas contou tudo o que Tom precisava saber. Contou que em Hogwarts era um castelo imenço, la havia 4 casas, Lufa-Lufa, que de acordo com Malfoy era a casa de onde ninguem tinha talento, Corvinal, a casa dos inteligentes, Grifinoria, a casa dos metidos e Sonserina, a casa dos que não temem o poder. Abaraxas contou que era sangue puro e toda a sua familia havia sido da Sonserina e apenas os bruxos puros ficam naquela casa, exceto alguns traidores de sangue, que eram de acordo com Abraxas, bruxos sangue puro que se misturavam com trouxas. Contou que antigamente Hogwarts era mais seletiva com os alunos, hoje qualquer trouxa pode entrar la. Contou sobre o Quadribol, Azkabam, a prisão dos bruxos que era guardada por dementadores que sugavam a felicidade das pessoas, sobre o Ministerio da Magia, aonde seu pai trabalhava como substituto do proprio ministro. Falou sobre o trem de Hogwarts e informou a Tom que era uma parede que devia ser atravessada para ai sim chegar ao expresso de Hogwarts.

No fim do dia, Malfoy foi chamado pelo pai que era identico a ele. Abraxas disse que mandaria uma coruja para Tom, para que podessem ir juntos a estação de Hogwarts e lançou um olhar de cobiça a coruja de Tom.

- Pago 600 nuques na coruja. – estendeu a mão cheia de moedas de bronze

- 600? Pouco – disse Tom blefando, na verdade não fazia ideia do que era pouco

- 1500 nuques – disse Abraxas – 300 Sicles de prata e 400 galeões de ouro

Ate Tom que vivia com trouxas sabia que isso era muito, a propria coruja custara apenas 10 nuques. Tom aceitou na hora e guardou o dinheiro cheio de cobiça nos bolços. Voltou na loja de corujas e comprou outra, dessa vez a coruja era preta, dos olhos vermelhos. Tom pagou 7 nuques por ela e comprou outra gaiola, e não precisou comprar comida, pois isso havia ficado com ele. Batizou essa de Vegas. Tom estava cheio de dinheiro nos bolços, ficou com medo de ser roubado ou perder aquilo que tinha. Resolveu ir logo para casa e não gastar aquilo que tinha, poderia ser util mais tarde. Apenas foi comprar a sua varinha para poder ir embora. Uma ultima loja, estreita e feiosa. Letras de ouro descascadas diziam “Olivaras: Artesão de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C. Tom entrou na loja, se perguntando se Olivaras tinha vivido tanto tempo realmente. Era uma lojinha minima, vazia exceto por uma unica cadeira alta e estreita. Atras havia varios quadradinhos longos, cada um de uma cor, marrom, preto, verde escuro, azul escuro... E la estava um homem, um velho de olhos grandes e muito claros.

- Boa tarde – disse suave

- Ola – disse Tom


Tom pagou ao homem com o dinheiro que Dumbledore lhe dera. Voltou na loja de caldeirões e comprou o seu. Andando pelas pequenas e apertadas ruas, Tom conseguiu comprar suas ervas, telescópio, balança, o seu conjunto de vestes. Tom chegou ao “Empório de Corujas”, comprou uma para ele com o dinheiro que havia economizado comprando tudo de segunda mão. Havia corijas rosas berrante, corujas do tamanho de um guarda-roupas. Tom escolheu uma coruja verde escuro, tão escuro que apenas no sol dava para ver suas penas cintilarem na cor verde. A batizou de Sauro. Comprou uma gaiola barata e um pouco de comida para coruja. Quando ia sair da loja, alguém lhe chamou a atenção.

- O garoto, você ai com a coruja verde – falou com um tom insolente – Eu ia comprar essa coruja.

Tom se virou, um garoto de sua idade ao que parecia, loiro e pálido olhava para ele com desprezo. Tom retribuiu o olhar e respondeu

- Problema é o seu – deu um sorriso irônico – Da próxima vez não seja tão lerdo e compre primeiro

O garoto olhou com pronfundo desprezo e depois sorriu para Tom. Estendeu a mão e disse.

- Meu nome é Abraxas Malfoy – sorriu – Você é?

- Tom Ridlle – disse, serio apertando a mão de Abraxas



Fim do Capitulo


Tom iria amanha no beco Diagonal e descobrir tudo o que pudesse, sobre o mundo da Magia, seus pais e Hogwarts. E Tom não se importava se não pudessem aceitar Nagini, ela ficaria escondida com ele la, então. Quem sabe ele poderia pedir para que ela pudesse entrar? Tom dormiu atordoado de informações enquanto Nagini jantava alguns ratos do orfanato.


Tom subia uma rua de pedra da grande Londres. Lojas e mais lojas, cheia de gente e bonitas. Nada daquilo parecia mágica, Tom sabia muito bem por que já passara ali muitas vezes e com isso reconheceu um lugar que nunca tinha visto. Era um barzinho sujo, velho de aspecto podre. Atrás do balcão havia um homem careca, corcunda. Tom imediatamente soube que ali deveria ser a entrada do beco Diagonal. Aquele homem era feio e esquisito, jamais havia visto qualquer pessoa vestindo daquela maneira. Um casaco preto de, ao que parecia, pele de Gambá. Tom chegou mais perto e perguntou

- Sabe aonde eu poderia encontrar um homem chamado Tom?

- Sou eu, em que posso ajudar jovenzinho? Conhaque? Soda de xarope? Quer se hospedar aqui?

- Não, não obrigado. Eu sou aluno novo de Hogwarts, nasci com os trouxas, aonde é o beco Diagonal? – perguntou, perdendo um pouco da paciência

- Claro, claro... É por aqui.

Tom, o homem do bar, levou o garoto ate os fundos do bar aonde havia um pátio murado, onde não havia nada exceto uma lata de lixo. O dono do bar chegou ao mudo e murmurrou:

- Três pra cima... dois para o lado, certo, observe garoto.

E bateu na parede com um pedaço de pau, igualmente ao que Dumbledore usara para colocar fogo em seu guarda-roupas. Tocou na parede três vezes e o tijolo que tocou estremeceu. Os tijolos começaram a se arredar, criaram vida diante de Tom que observava surpreso. Quando os tijolos terminaram de se mexer, haviam formado um arco, assim que Tom passou o dono do bar acenou antes dos tijolos voltarem para os seus lugares, virando de novo um muro. Quando Tom se virou de frente encontrou de tudo... Via caldeirões, como nos filmes trouxas, caldeirões roxo purpurina, azul berrante, e um ele podia jurar que era feito de ouro maciço. Os bruxos, cada um com vestes longas, muitas vezes de cores berrantes e outras vezes de cores ofuscas. Eram como os trouxas, de certa forma, tirando a parte que alguns usavam chapéus enormes com urubus presos no alto. Tom podia jurar que o urubu estava vivo. Do outro lado tinha outra loja chamada Floreios e Borrões, grande e torta, pela vitrine Tom podia ver alguns livros. Se aproximou lentamente lendo os títulos de alguns "Novas Leis Mágicas Trouxas", "Como Cozinhar Sapinhos de Estouro", "Magia, Poder ou Mentira?". Tom entrou na loja, havia mais livros por toda parte e por mais incrível que parecesse, as fotos dos livros de mexiam e acenavam para Tom. Um livro chamado "Humor Mágico ou Humor Rosa?" na capa havia um bruxo de cabelos longos, ate a cintura, a foto era em preto e branco, com um aceno pediu para Tom o esperar e voltou com um pedaço de pergaminho escrito "Me compra? Sou rosa". Tom riu, e virou as costas ao livro. Um homem velho, com o sorriso amarelado olhou para Tom, como se perguntasse o que queria.

- Eu preciso de tudo o que esta nesta lista – respondeu Tom – Mas eu preciso que seja de 2ª mão. – e entregou a carta de Hogwarts ao homem

- Primeiro ano em Hogwarts, hein? – sorriu para Tom - Eu me lembro da primeira vez que fui la... – murmurou procurando os livros de Tom

Mundo Bruxo                                                                                                                          
Tom ficou parado olhando pela porta por onde Dumbledore havia saído. Era um bruxo e sabia falar com as cobras... Era mais especial do que os bruxos normais, iria sair do ofanato e aprender a viver a vida atravez da mágica. Tom se sentiu mais imbatível que nunca, ele podia sentir que nasceu pra ser diferente, nasceu pra ser glorioso. Iria procurar por seu pai, provavelmente ele estaria morto. Primeiramente iria perguntar ao maior numero de bruxos algo sobre Tom Riddle. Será que seu pai também falava com as cobras? Ele iria descobrir. Abril a carta que Dumbledore lhe dera me leu com atenção:

Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts

Diretor: Rodolfo Dippet
(Ordem de Merlin, Segunda Classe, Grande Feiticeiro)

Prezado Sr.Riddle
Temos o prazer de imformar que a V. Sa. tem uma vaga na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Estamos anexando uma lista de livros e equipamentos necessários.
O ano letivo começa em 1º de setembro. Aguardamos sua coruja ate 31 de julho, não mais tardar.

Atenciosamente,
Alvo Dumbledore
Direitor Substituto                                
                                             .                
Minha coruja? Pensou Tom, um pouco atordoado. Então Dumbledore era o diretor substituto... Equipamentos necessários, ele ganharia um chapéu de magia? Tom achou pouco provável e ao mesmo tempo muito provável. Muitas coisas que julgara ser mentira era real, por que isso não poderia ser também?

Tom tirou outro pedaço de pergaminho da carta e leu.

Escola de Bruxaria e Magia de Hogwarts

Uniforme
Os estudantes do primeiro ano precisam:
1. Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)
2. Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário
3. Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)
4. Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)
As roupas dos alunos devem ter etiquetas com seu nome.

Livros

Os alunos devem comprar um exemplar de cada um dos senguintes:
Livro padrão de feitiços (1ª serie) de Miranda Goshawk
Historia da Magia de Batilda Bagshot
Teoria da Magia de Adalberto Waffing


Guia de trnsfiguração para iniciantes de Emerico Switch
Mil ervas e fungos mágicos de Filida Spore
Bebidas e porções mágicas de Arsênio Jigger
Animais fantásticos e seu habitar de Newton Scamander
As forças das Trevas: Aprendendo com as trevas de Kimber Klauquitar

Outros Equipamentos
1. Varinha mágica
2. Caldeirão (estranho, tamanho padrão 2)
3. Conjunto de frascos
4. Telescópio
5. Balança de Latão
Os alunos ainda podem trazer uma coruja OU um gato OU um sapo.

Lembramos aos pais que os alunos do primeiro ano não podem usar vassouras.

Tom leu tudo 3 vezes, para ter certeza que não tinha entendido mal. Abril seu guarda-roupas e colocou Nagini no ombro e começou a sussurrar pra cobra tudo o que havia acabado de acontecer.


- Sim, senhor – repetiu Tom

Então existiam leis, toda regra tem uma exceção, pensou Tom enquanto tornava a guardar suas coisas na caixa. Mas como ele iria chegar em Hogwarts sem dinheiro?

- Não tenho dinheiro

- Isto é facilmente remediável – disse Dumbledore, tirando uma bolsa de couro do bolso – Há um fundo em Hogwarts para os que precisam de ajuda para comprar os livros e vestes. Você talvez tenha de comprar alguns livros de feitiços de segunda mão, mas...

- Onde se comprar os livros de feitiços? – interrompeu Tom, que tinha pegado a bolsa com o dinheiro sem agradecer. Tom não gostava de Dumbledore.

- No beco Diagonal. Trouxe a sua lista de livros e materiais. Posso ajuda-lo a encontrar tudo..

- O senhor vai me acompanhar? – perguntou Tom erguendo a cabeça

Nunca dependera de ninguém pra nada, não seria agora que iria depender de alguém. Ele sabia, que iria brilhar no mundo do qual pertence.

- Certamente, se você...

- Não preciso senhor – retrucou Tom, rapidamente – Estou acostumado a fazer tudo sozinho. Ando por toda a Londres, desacompanhado. Como se chega a esse beco Diagonal, senhor? – acrescentou, ao ver o olhar de desagrado do seu novo... Professor.

Dumbledore entregou a Tom uma lista, ele deu uma breve olhada. Seria como nos filmes? Ele viu que iria precisar de um calderão, de varinha... Ele não ligava realmente, iria poder fazer o mundo dele, o mundo da magia de Tom Servolo Riddle. O prof. Dulmbledore lhe ensinou como se chegava ao beco Diagonal e acrescentou:

- Você o verá, apesar dos trouxas, aqueles que não são bruxos, não poderem enxergar. Pergunte por Tom, o dono do bar, é fácil lembrar pois ele tem o seu nome.

Tom se irritou com aquilo. Não gostava do nome, era normal, não se encaixava com ele. Será que com o pai se encaixava? Sempre pensou que o pai era um grande bruxo, mas a Sra.Cole nunca soube lhe dizer nada. Dumbledore percebeu a relutância de Tom.

- Não gosta do nome “Tom”?

- Muita gente tem esse nome – murmurou e perguntou – Meu pai era bruxo? Ele também se chamava Tom Riddle, me disseram.

- Receio não saber – respondeu gentilmente

- Minha mãe devia ser trouxa ou não teria morrido – disse pensando – Deve ter sido ele. Muito bem, depois de comprar o que eu preciso, quando vou pra Hogwarts?

- Todos os detalhes estão na segunda folha de pergaminho no seu envelope. – informou Dumbledore – Você embarcará na estação de King’s Cross no primeiro dia de setembro. Há também um bilhete de trem ai dentro.

Tom assentiu. Dumbledore se levantou e estendeu a mão mais uma vez. Segurando-a Tom disse:

- Posso falar com as cobras. Descobri isso quando fui ao campo, nos passeios, elas me acham, e surrusam coisas, pra mim. – Mentiu Tom, não podia colocar em risco Nagini

- Não é normal – respondeu Dumbledore após uma hesitação – Mas há ocorrências. - o homem se ajeitou para ir embora, saindo do aperto de mãos - Ate mais Tom.

                                                  
Fim do Capitulo
                                                        
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- Sou

- Prove – mandou em desafio

- Se, como imagino, esta aceitando a vaga em Hogwarts...

- Claro que estou!

- Então, vai se dirigir a mim, chamando-me de “professor” ou de “senhor”

Mostrar respeito, aquilo não era em o que ele fazia, mas se isso era o preço a se pagar pra ir para uma escola de bruxaria. Ele aceitaria.

- Desculpe, senhor. Eu quis dizer: por favor, professor, pode me mostrar...? – perguntou em um tom de voz educado

O senhor tirou um pedaço de pau, do bolso interno do terno, apontou pro guarda-roupa e fez um gesto displicente
O guarda-roupa pegou fogo.
Tom pulou da cama. E urrou de fúria, la dentro estava todas as suas coisas, Nagini estava la dentro. Tom avançou para Dumbledore parar, as chamas desapareceram. Deixando o guarda-roupas intacto.
Tom olhou para o lugar aonde Dumbledore escondera o seu objeto de magia. E perguntou, ansioso

- Onde posso arranjar uma dessas?

- Tudo ao seu tempo Tom – respondeu Dumbledore – Acho que tem uma coisa querendo sair do seu guarda-roupa.

Havia uma coisa chocalhando baixinho. Tom pensou que seria Nagini. Dumbledore a mataria? Iria proibir Tom de levar sua companheira? Se sentiu amedrontado.

- Abra a porta – ordenou Dumbledore

Tom abriu o guarda-roupas e tirou a sua caixa, que estava trepidando. La ele guardava algumas coisas que pegou dos outros órfãos, para que ninguém os visse. De certo, Dumbledore não saberia a verdade.

- Tem alguma coisa nessa caixa que você não deveria ter? – olhando Tom demorado, o próprio se sentiu como se ele pudesse ter lido nos seus olhos a verdade.

- Suponho que sim, senhor – disse finalmente, com uma voz inexpressiva

- Abra-a.

Tom tirou a tampa e virou suas coisas roubadas na cama, sem olhar. Dumbledore olhou rapidamente o ioiô que Tom pegou da Sara, um dedal de prata do Jason, e uma gaita-de-boca de John.

- Você os devolverá aos seus donos com desculpas – disse Dumbledore, calmamente – Saberei se fez isso, em Hogwars não toleramos roubos.

Tom não se sentia envergonhado, nem arrependido. Apenas olhou inexpressivo a Dumbledore, com certa raiva de como ele falava com ele.

- Sim, senhor.

- Em Hogwarts – continuou Dumbledore -, ensinamos não apenas a usar magia, mas a controla-la. Você tem usado os seus poderes, decerto sem saber, de um modo que não é ensinado nem tolerado em nossa escola. Você não será nem o primeiro nem o ultimo a deixar que a sua magia fuja ao seu controle. Mas é preciso que saiba que Hogwarts pode expulsar alunos e o Ministério da Magia, por que existe um Ministério, castiga os que desrespeitam as leis, ainda mais severamente. Todos os novos bruxos têm de aceitar que, ao entrar no nosso mundo, se submetem ás nossas leis.

Continuação

- Eu não sou do hospício– repetiu Dumbledore, pacientemente – sou professor e, se você preferir não ir a Hogwarts, ninguém ira forçado-lo...

- Gostaria de ver alguém tentar – desdenhou Tom

- Hogwarts – continou Dumbledor como se não tivesse ouvido – É uma escola para pessoas com talentos especiais..

- Eu não sou louco! – falou Tom nervoso

- Sei que não é. Hogwarts não é uma escola para loucos. É uma escola de magia.

Então era isso, pensou Tom. Era isso que ele fazia, era por isso que ele era especial, era por isso que ele tinha porte. Sabia fazer magia. Fazia sentido mas ao mesmo tempo não. Olhou pra Dumbledore e perguntou.

- Magia?

- Exato – confimou

- É... é magia o que eu sei fazer? – perguntou cauteloso

-Que é que você sabe fazer?

- Muitas coisas – sussurrou, um rubor de excitação subiu do seu pescoço para as faces encovadas; estava febril – Sei fazer as coisas se mexerem sem tocar nelas. Sei fazer os bichos me obedecerem sem treinamento. Sei fazer coisas ruins acontecerem a quem me aborrece. Sei fazer as pessoas sentirem dor, se quiser.

Tom tremia, ele voltou a cama cambaleando, abaixou a cabeça e começou a pensar varias coisas ao mesmo tempo.

- Eu sabia que era diferente – murmurou para seus dedos trêmulos – Sabia que era especial. Sempre soube que havia alguma coisa.

- Bem, você estava certo – disse Dumbledore, que já não sorria, mas olhava Tom com atenção – Você é um bruxo.

Tom estava estaciado com o que ouvira. Era um bruxo, era capaz de fazer magia, era especial como sempre soubera. Aquilo o deixava tão feliz, satisfeito com a verdade

- O senhor também é um bruxo?

Fim do capitulo


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Hogwarts                                                       1 anos depois, 1937.                                                       
Tom estava lendo um livro em sua cama, quando ouviu algumas batidas na porta e em seguida viu a cara da Sra.Cole aparece ao lado da porta que ela abrira.
- Tom? Tem uma visita pra você. Este é o sr. Dumberton... Desculpe, Dunderbore. Ele veio lhe dizer... Bem, vou deixar que ele mesmo diga

Um senhor alto, de barba e cabelos longos cor acaju, usando um terno cor de ameixa que lhe deixava bizarro, entrou no quarto de Tom. Aquele homem deveria ser do hospício pra se vestir daquele jeito, ou algum doutor disfarçado, pensou Tom desconfiado, estreitando os olhos.

- Como vai Tom?- perguntou o senhor calmamente e em seguida estendeu a mão a Tom

Tom hesitou, mas no fim acabou cumprimentando o senhor, que em seguida puxou uma cadeira para ficar de frente com Tom, de modo como os outro doutores que foram chamados pra examinar Tom, faziam. Isso o fez ficar totalmente desconfiado.

- Sou o professor Dumbledore.

- Professor? – repitiu Tom com preocupação – É como um “doutor” não é? Por que está aqui? Ela o trouxe o senhor pra me examinar? – apontou por onde a Sra.Cole tinha acabado de sair.

- Não, não – respondeu Dumbledore sorrindo

- Não acredito no senhor. Ela quer que me examine, não é? Fale a verdade!

Tom tinha acabado de dar aquela ordem a Dumbledore, e o olhava serio, os olhos esbugalhados como se aquilo mostrasse que não estava brincando e exigia a verdade. Mas o Dumbledore apenas continuou sorrindo, como se já estivesse falando a verdade, mas Tom não ia acreditar nele.

- Quem é o senhor?

- Eu já lhe disse. Meu nome é Dumbledore, e trabalho em uma escola chamada Hogwarts. Vim lhe oferecer uma vaga em minha escola, sua nova escola, se quiser.

Tom se afastou de Dumbledore, em um pulo, furioso.

- O senhor não me engana! O hospício, é de lá que o senhor é, não é? “Professor”, claro, pois eu não vou entende? Aquela gata velha é quem deveria estar em um hospício. Nunca fiz nada a Amandinha, nem ao Denis Bishop, e o senhor pode perguntar, ele dirão ao senhor!