
Você esta em Hogwarts? Vou fazer meu primeiro ano la, você é trouxa?
- Sim, eu também estou e é claro que não sou um trouxa nojento.
- Ah, eu nunca ouvi falar do seu sobrenome – murmurou Abraxas examinando Tom – Você é mestiço então?
- Sou – disse Tom seco – Algum problema com isso?
- Claro que não, afinal você não tem que pagar pelo mal gosto do seu pai ou da sua mãe. – disse sorrindo de novo – Você viveu com trouxas ou bruxos?
- Trouxas, eu sou orfão – falou serio e seco
- Não tem problema Tom, eu te ensino tudo sobre a vida bruxa – acenou com a acabeça para Tom – Estou no primeiro ano também e gostei do seu jeito Tom, você sabe quem mereçe valor.
Abraxas contou tudo o que Tom precisava saber. Contou que em Hogwarts era um castelo imenço, la havia 4 casas, Lufa-Lufa, que de acordo com Malfoy era a casa de onde ninguem tinha talento, Corvinal, a casa dos inteligentes, Grifinoria, a casa dos metidos e Sonserina, a casa dos que não temem o poder. Abaraxas contou que era sangue puro e toda a sua familia havia sido da Sonserina e apenas os bruxos puros ficam naquela casa, exceto alguns traidores de sangue, que eram de acordo com Abraxas, bruxos sangue puro que se misturavam com trouxas. Contou que antigamente Hogwarts era mais seletiva com os alunos, hoje qualquer trouxa pode entrar la. Contou sobre o Quadribol, Azkabam, a prisão dos bruxos que era guardada por dementadores que sugavam a felicidade das pessoas, sobre o Ministerio da Magia, aonde seu pai trabalhava como substituto do proprio ministro. Falou sobre o trem de Hogwarts e informou a Tom que era uma parede que devia ser atravessada para ai sim chegar ao expresso de Hogwarts.
No fim do dia, Malfoy foi chamado pelo pai que era identico a ele. Abraxas disse que mandaria uma coruja para Tom, para que podessem ir juntos a estação de Hogwarts e lançou um olhar de cobiça a coruja de Tom.
- Pago 600 nuques na coruja. – estendeu a mão cheia de moedas de bronze
- 600? Pouco – disse Tom blefando, na verdade não fazia ideia do que era pouco
- 1500 nuques – disse Abraxas – 300 Sicles de prata e 400 galeões de ouro
Ate Tom que vivia com trouxas sabia que isso era muito, a propria coruja custara apenas 10 nuques. Tom aceitou na hora e guardou o dinheiro cheio de cobiça nos bolços. Voltou na loja de corujas e comprou outra, dessa vez a coruja era preta, dos olhos vermelhos. Tom pagou 7 nuques por ela e comprou outra gaiola, e não precisou comprar comida, pois isso havia ficado com ele. Batizou essa de Vegas. Tom estava cheio de dinheiro nos bolços, ficou com medo de ser roubado ou perder aquilo que tinha. Resolveu ir logo para casa e não gastar aquilo que tinha, poderia ser util mais tarde. Apenas foi comprar a sua varinha para poder ir embora. Uma ultima loja, estreita e feiosa. Letras de ouro descascadas diziam “Olivaras: Artesão de Varinhas de Qualidade desde 382 a.C. Tom entrou na loja, se perguntando se Olivaras tinha vivido tanto tempo realmente. Era uma lojinha minima, vazia exceto por uma unica cadeira alta e estreita. Atras havia varios quadradinhos longos, cada um de uma cor, marrom, preto, verde escuro, azul escuro... E la estava um homem, um velho de olhos grandes e muito claros.
- Boa tarde – disse suave
- Ola – disse Tom
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