terça-feira, 27 de julho de 2010




Era uma noite tempestuosa de 1926, Londres. A jovem Mérope se arrastava sobre a neve para chegar à porta de um pequeno prédio, ela sangrava pelas pernas e chorava de agonia, assim que tombou em frente à um prédio, bateu na porta esperando que alguém lhe socorresse.
Duas senhoras saíram do orfanato e assim que viram a jovem grávida, colocaram na dentro dos seus aposentos. A jovem gemia de dor, enquanto as senhoras preparam para realizar o seu parto na porta do orfanato. Um das senhoras, a mais velha de semblante cansado, tirou as calças de Mérope, abriu-lhe as pernas e se dirigiu a outra senhora.

- Traga água quente e panos limpos, não dá tempo de chamar o medico.

A própria não demorou muito a voltar com o que lhe fora pedido. Ajoelhou-se ao lado de Mérope e lhe apertou a mão e pediu que respirasse fundo e fizesse a maior força possível para empurrar o bebe.

A senhora que estava realizando o parto, retirou de Mérope um garoto banhado em sangue, que ao contrario dos outros bebes, na chorava e por mais incrível que pareça, já tinha os olhos apertos, castanhos penetrantes. Mérope, chorosa, em meio a dor lhe disse.

- Eu espero que ele se pareça com o pai.. Tom Riddle. Coloque esse nome nele por meu amor, e de Servolo em homenagem a meu pai – disse, sem fôlego a jovem, aos poucos foi perdendo o sentido, caindo no ultimo sono da sua vida.


Fim desde capitulo

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