quarta-feira, 28 de julho de 2010


Natal – Parte 2


- Por que não me escolheu? – perguntou Tom em uma voz dura – Escolheu Carlinhos – o olhar inexpressivo fez com que Alponcho respondesse com precaução

- É que sempre escolho você, Tom.

- E o senhor sempre me escolheu por que mereci, não por pena. Foi por isso que escolheu Carlinhos não foi? Por que ele chegou recentemente ao orfanato. Não devia ter escolhido ele, que não passa de um verme fracassado como todos os órfãos da aqui. Devia ter escolhido a mim, que tanto porte. – a voz de tom era dura, mas raivosa.

- Você não é melhor que ninguém Tom – disse lhe Alponcho

Tom o olhou entrar no carro, com uma raiva que jamais sentiu antes, tudo o que queria era que Alponcho morresse e nunca mais pudesse abrir a boca para falar dele. Alponcho ligou o carro, este explodiu como uma bomba. Voaram pedaços do carro e vidro por toda parte. Tom riu satisfeito quando viu pedaços dos ossos de Alponcho pegando foto aos seus pés. Mas ele não tinha tempo que apreciar o que fizera, se escondeu em uma moita quando os garotos e as senhoras do orfanato saíram pra ver o que havia acontecido. Em meio aquela terrível tragédia, Tom conseguiu subir para seu quarto e observar o corpo de bombeiros, a policia, que vieram apagar e levar o que se restava de Alponcho.
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Fim do Capitulo

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