quarta-feira, 28 de julho de 2010


A Páscoa Morreu Mais Cedo                                                 
Após a morte de Alponcho, Tom teve de prestar depoimento a delegacia junto com a Sra. Cole. Apenas para confiar a policia que Alponcho não teria nenhum inimigo, depois que ficou sabendo pela Sra.Cole o contato entre Alponcho e Tom. Jamais se sentiu tão feliz em saber que poderia fazer o que quiser com os que lhe afrontavam, Tom foi se vingar de Carlinhos.
Carlinhos havia colocado o nome de Páscoa no coelho que havia ganhado, Tom pegou o coelho de Carlinhos e o colocou de cabeça pra baixo, segurando apenas pela perna e sorrindo diabolicamente perguntou.

- Será que a Páscoa vai morrer mais cedo? – rindo de Carlinhos que começou a chorar

- Devolve meu coelho – e chorou mais – Alponcho me deu, me deu, pra mim.

- Ele devia ser meu, Alponcho devia ter dado pra mim que tenho porte. Diferente de você... – falou venenoso

- Então é isso? Só por que Alponcho não te escolheu... Você vai machucar meu coelho?

Neste segundo a Sra.Cole chegou a sala, mandou Tom soltar o coelho. Tom e Carlinhos ficariam de castigo sem a sobremesa. Tom não gostava de nada doce, só comia sobre mesa para não dar a chance de ninguém repetir, adorou aquela idéia. Se era esse castigo que iria receber, ele estava mais do que bem. A noite, Tom resolveu visitar a Páscoa, já sentia falta dela.
Entrou no quarto de Carlinhos e encontrou o coelho no chão. Concentrou-se e começou então a fazer o coelho flutuar ate as travas do teto, predeu o pescoço do coelho e depois parou de faze-lo flutuar. A ultima coisa que Tom ouviu do quarto de Carlinhos foi os guinchos de agonia do coelho, que em pouco tempo morreu enforcado. Tom chegou ao seu quarto, sorrindo e satisfeito com o que havia feito. E começou a treinar, a levitar as coisas, a fazê-las se mexer sem tocar nelas.

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